O PCP Açores lamenta o veto do Representante da República à criação de uma remuneração compensatória para os trabalhadores da administração regional e requereu, em conjunto com outros deputados, a realização de uma sessão extraordinária do Parlamento Regional para confirmar o diploma.
Para o PCP Açores esta atitude do Representante da República vem na sequência das declarações do candidato à Presidência da República, Aníbal Cavaco Silva e destinam-se apenas a cumprir a sua agenda eleitoral, no que é uma utilização inaceitável das competências que a Constituição e o Estatuto lhe atribuem. O veto que poderia protelar a entrada em vigor de um diploma tão importante como é o Orçamento Regional é, igualmente, a demonstração de uma profunda irresponsabilidade política que não seria de esperar por parte de alguém com tão elevadas responsabilidades na política regional.
O Deputado Municipal da CDU, Mário Fraião, numa intervenção proferida antes da ordem do dia da Assembleia Municipal da Horta, contestou a concentração das entidades portuárias e apelou à valorização das ilhas do Triângulo no seu conjunto, como a chave para o desenvolvimento desta parte do arquipélago.
Há 2010 anos atrás na Palestina, então dominada por Roma, reinava Herodes, o Grande: um romano, nascido 37 anos antes e que, entre outras cruéis decisões institucionais, vendo-se enganado pelos Magos acerca do nascimento de Jesus, decretou aquela que ficou conhecida como a “matança dos inocentes”, a qual consistiu em mandar matar todos os meninos de Belém e dos arredores, que tivessem até dois anos de idade. Quando essa matança se verificou, cumpriu-se mais uma profecia proclamada por Jeremias que dizia: - “Ouviu-se um clamor em Ramá, pranto, choro e grande lamento; era Raquel chorando por seus filhos e inconsolável porque não mais existem”.
A Representação Parlamentar do PCP Açores, acompanhando a iniciativa do Grupo Parlamentar do PCP na Assembleia da República, apresentou uma ante-proposta de Lei visando a regulamentação em concreto da figura do Referendo Regional.
A possibilidade de realizar referendos nas Regiões Autónomas já estava prevista na Constituição desde 1997, no entanto, um vazio legal impedia a sua efectiva realização. A iniciativa do PCP vem colmatar essa lacuna.
Foi difundida há dias pela agência Lusa uma notícia, segundo a qual as Empresas que asseguram a administração dos portos dos Açores irão ser alvo de um processo de fusão, a partir de Janeiro próximo. Dá a ideia que tal notícia caiu do Céu, pois não houve qualquer responsável da tutela que tenha feito declarações nesse sentido. A notícia é construída baseada em informações fornecidas por "fontes" que, para o público são completamente anónimas e, consequentemente, não avaliáveis na sua credibilidade.