No debate sobre o desemprego nos Açores, o Deputado Aníbal Pires denunciou a forma como o Governo Regional procura atirar para a República as responsabilidades sobre o crescimento do desemprego nos Açores, que é muito mais rápido do que no continente. Para o PCP, isto resulta das políticas erradas do Governo do PS que, apoiado pelo PSD e pelo CDS-PP, continua a recusar devolver algum poder de compra aos açorianos, nomeadamente embolsando os subsídios de férias roubados aos trabalhadores da Administração Regional. O PCP defende que só se cria emprego aumentando o poder de compra das famílias e dinamizando o mercado interno.
Na reunião da Direcção Regional do PCP Açores que teve lugar este fim de semana em Ponta Delgada e copntou com a participação de Jorge Cordeiro, membro do Secretariado e da Comissão Política do Comité Central do PCP, bem como os membros do Conselho Regional residentes na ilha de São Miguel, foram abordadas as questões centrais da atualidade política regional e nacional, bem como foram traçadas as principais tarefas do PCP Açores no plano partidário e institucional, entre as quais, naturalmente se destaca o agravamento da situação social nos Açores e a necessidade de lhes dar solução e resposta, necessariamente através da luta e protesto dos trabalhadores, desde logo pela preparação e mobilização para a Greve Geral de dia 22 de Março próximo.
Os dirigentes do PEV e da Ecolojovem, Joaquim Correia e Ricardo Fernandes, estiveram na ilha do Faial no âmbito da campanha "À mesa com a produção portuguesa" e mantiveram diversos contactos com a população e fizeram uma declaração à imprensa.Aníbal Pires, Deputado do PCP Açores, questionou hoje o Governo sobre a aplicação pela SATA de uma taxa de 35 Euros aos passageiros que transportem material de mergulho.
Para o PCP a cobrança desta taxa é completamente contraditória com o esforço que tem sido feito para promover os açores enquanto destino de natureza, virado para as atividades marítimas e subaquáticas e constitui uma penalização injustificada para estes visitantes.
Mas, pior é que a SATA cobra esta taxa mesmo que esse material não atinja os 20 quilos de bagagem de porão autorizados por passageiro, o que constitui um desonesto oportunismo e que é, para os turistas que nos visitam, motivo de incompreensão e revolta.