A Direção Regional do PCP Açores (DORAA) esteve reunida este Sábado, em Ponta Delgada, para analisar os resultados das eleições regionais do passado dia 16 de Outubro e a situação política que decorre do novo quadro parlamentar regional, bem como para acompanhar a evolução do panorama económico e social na Região e no País e ainda para traçar orientações de trabalho e intervenção política e institucional do PCP Açores, nos curtos e médios prazos. A Direção de Organização da Região Autónoma dos Açores (DORAA) do PCP deu também seguimento ao processo de preparação do XX Congresso do PCP, com o agendamento das assembleias eletivas, que decorrerão até 21 de Novembro, onde serão debatidas as teses e eleitos os delegados da ORAA ao XX Congresso que irá decorrer nos dias 2, 3 e 4 de Dezembro, em Almada.
Na sua intervenção, João Decq Motta afirmou que “é claro que a resolução de alguns dos problemas estratégicos do Faial tem sido negligenciada” e destacou a 2ª fase do reordenamento do porto da Horta, a ampliação da pista do aeroporto e a defesa intransigente das ligações directa com o continente, a defesa das produções de leite e carne e respectiva transformação, a par da diversificação agrícola, a urgente conclusão da variante da cidade da Horta e a criação de um plano de recuperação da rede viária regional, municipal agrícola e florestal, que são algumas das propostas mais importantes da CDU para a ilha.
Aníbal Pires, primeiro candidato da CDU Açores, com João Decq Motta, primeiro candidato da CDU pela ilha do Faial, bem como outros candidatos e activistas da CDU estiveram hoje numa acção de contacto com agricultores na Freguesia de Pedro Miguel. João Decq Motta afirmou que “os faialenses sabem que têm sido maltratados pelo poder político”, os deputados eleitos não têm sabido defender os interesses da ilha. “É altura de termos um Deputado da CDU no Parlamento Regional, para que o Faial passe a ser mais e melhor defendido!”, afirmou o candidato da CDU. Aníbal Pires explicou que “viemos hoje aqui, junto dos agricultores para lhes dizer que não se deve desistir, devemos lutar para que os órgãos de União europeia reconheçam o nosso direito a produzir e para conseguirmos que o preço pago pelo leite permita um rendimento digno aos lavradores.”. A luta pela defesa do sector leiteiro passa agora por dar mais força à CDU porque “nós, na CDU, não desistimos!”, afirmou Aníbal Pires.
Aníbal Pires, primeiro candidato da CDU Açores, com Sério Gonçalves, primeiro candidato da CDU pela ilha do Pico, bem como outros candidatos e activistas da CDU estiveram hoje numa acção de contacto com a população no centro da Vila da Madalena. Aníbal Pires afirmou que os indicadores sociais da Região mostram que estamos na cauda das regiões portuguesas. Os problemas são bem conhecidos e por múltiplas vezes e a CDU os tem apontado. No entanto, sublinhou o candidato da CDU, “se olharmos para o mapa da pobreza e para o mapa do insucesso escolar, vemos que eles coincidem.” Assim, Aníbal Pires considerou que é necessária uma aposta mais decidida em termos de educação e de formação. Apesar de em período eleitoral vários partidos se dizerem muito preocupados com a educação, a verdade é que continuamos a ter baixas qualificações e indicadores de sucesso escolar baixíssimos. “Ao longo destes anos, não conseguimos vencer o desafio da educação”, afirmou o candidato da CDU.
Aníbal Pires, primeiro candidato da CDU Açores, com Vítor Silva, primeiro candidato da CDU pela ilha Terceira, bem como outros candidatos e activistas da CDU estiveram hoje numa acção de contacto com pescadores no porto de São Mateus. Aníbal Pires considerou que é preciso pôr fim às imposições de Bruxelas e recuperar a gestão dos nossos recursos piscícolas, sob pena de o sector da pesca entrar em colapso. E alertou: “aquilo que se prevê para o goraz é que, em 2017 e 2018, a quota baixe mais de 22%, o que não é aceitável!”. Aníbal Pires afirmou que a CDU está confiante que os terceirenses saberão valorizar quem tem estado ao seu lado, na luta pelos seus direitos e pelo desenvolvimento da ilha. “Nós temos dado voz aos problemas dos baixos salários, da pobreza e da exclusão, mas temos sobretudo apresentado propostas, que têm sido sistematicamente reprovadas pelo PS e pelo PSD, que poderiam alterar completamente esta situação.”