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cabecalhoPrincipal

2011-06-07 17:47

PCP Açores discorda de tourada no Dia da Região

Aníbal PiresConsiderando a ligação íntima, existente na ilha Terceira, entre as touradas à corda e as Festas do Divino Espírito Santo, não pode, todavia, a Representação Parlamentar do PCP Açores deixar de manifestar a sua discordância pela inclusão no programa das Comemorações do Dia dos Açores, de uma tourada à corda, evento no qual, obviamente, não participará.
Entendendo a forma como as touradas à corda fazem parte do legado cultural de algumas das nossas ilhas, a sua natureza não consensual torna-as inadequadas para um momento onde se pretende representar e celebrar toda a Região.
A Representação Parlamentar do PCP Açores recorda que a responsabilidade da organização destas comemorações é da responsabilidade conjunta da Presidência da Assembleia Legislativa e da Presidência do Governo Regional, sem qualquer participação dos Grupos e Representações Parlamentares.

O Deputado do PCP Açores
Aníbal Pires

2011-06-06 13:44

sobre as eleições

José Decq MotaAndámos várias semanas “embalados” com a ideia, vendida pelos institutos de sondagens, segundo a qual haveria “um empate técnico” entre o PS e o PSD no que toca ao resultado das eleições. Esse “empate”, proclamado até à náusea, era muito conveniente para o PS, que assim poderia apelar ao voto útil à esquerda, mas era também útil ao PSD que assim poderia limitar o crescimento do PP!
Passámos das sondagens à realidade e percebeu-se que, afinal, o PS estava, aliás por culpa própria, completamente derrotado e que o PSD, com a estrutura de distribuição de votos que ainda vigora, era o inevitável vencedor não absoluto.

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2011-06-01 14:04

Dois contratos

Mário Abrantes5 dias depois de 25 de Abril de 1974, no dia do Trabalhador, um milhão de pessoas, em liberdade e de mãos dadas em Lisboa, assinaram com o país renascido da longa noite salazarista um novo contrato social. Para além do fim da guerra colonial, o povo na rua clamava de viva voz por direitos elementares como o emprego e o subsídio de desemprego, o salário mínimo, as reformas e a segurança social, o direito a férias, à igualdade e à segurança no trabalho, a liberdade sindical, o direito à saúde e à educação, e de imediato estes passaram à lei e à prática. O país emergiu, assinou o contrato e andou para a frente afrontando a pobreza, a miséria e o fosso que separava ricos e pobres.

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2011-05-29 09:23

Deputado do PCP conclui visita à Terceira

Balanço visita à TerceiraPrincipais conclusões da visita oficial à ilha Terceira do Deputado Aníbal Pires

No cumprimento de um dever estatutário mas, também e sobretudo dando expressão a uma prática política de proximidade com os cidadãos, as organizações e as instituições no exercício do mandato que foi conferido pelo povo açoriano estou a concluir, hoje, uma visita oficial à ilha Terceira.
Desta visita constaram encontros com a Associação de Armadores e Pescadores Terceirenses, com a Direcção da Associação de Jovens da Fonte Bastardo, com um representante do “Movimento Geração à Rasca” e com o Presidente do Conselho de Administração da Geoterceira.

 

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2011-05-27 11:42

Há outros e melhores caminhos

José Decq MotaOs que são da minha idade recordar-se-ão que, antes do 25 de Abril, era muito difundida e aceite pela sociedade em geral a ideia, segundo a qual, o regime existente era o único possível para Portugal. Dizia-se que sem colónias o País desaparecia; dizia-se que a guerra, embora penosa, era indispensável; dizia-se que a “liberdade” existente (?) era suficiente; dizia-se que o “desenvolvimento” (?)  que havia era tudo quanto era possível. Estas eram verdades absolutas. No entanto, deu-se o 25 de Abril, a adesão popular transformou um golpe militar numa Revolução Democrática e tudo se alterou em profundidade.
As verdades absolutas deixaram de ser verdades e o País liberto democratizou-se, fez a Paz, desenvolveu-se e cresceu em todos os sentidos.

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