Mais uma vez a Representação Parlamentar do PCP Açores realizou uma Visita Oficial à ilha do Pico. Estas visitas, que têm acontecido todos os anos desde o início da legislatura, representam uma importante oportunidade de aprofundar o conhecimento dos problemas locais e, sobretudo, de reforçar a ligação às populações e à sua vontade, com vista a dar-lhe expressão no âmbito do trabalho Parlamentar e da intervenção política.
O dia 31 de Maio é o dia do Pescador, por terem sido consagrados na Lei nº 15/97, de 31 de Maio, os direitos mais elementares na dignificação da profissão de pescador. Esta Lei, que resultou de uma iniciativa do PCP, veio trazer justiça aos pescadores e às suas famílias, defendendo um sector fundamental para a nossa economia, veio dar valor a esta nobre e difícil profissão. Incompreensível é que os Governos a não implementem nem regulem, como é o caso da região, esquecendo este importante avanço civilizacional.
O PCP/S. Miguel assinala hoje o dia do Pescador, com contatos com pescadores micaelenses.
Lutando pelos direitos dos pescadores, o PCP defende rendimentos dignos para estes profissionais, que enfrentam tanta vez perigos de vida. Assinalando o direito a ver reconhecida socialmente a sua profissão, o PCP apela ao voto na CDU como única força que defende sempre os pescadores, na região como no país.
Aníbal Pires, Deputado do PCP Açores, vai realizar mais uma Visita Oficial à ilha do Pico entre os dias 31 de Maio e 2 de Junho. Com o objetivo de reforçar a ligação do PCP às populações e aos seus problemas e dificuldades e contribuir para a sua solução, o Deputado do PCP irá contactar os picoenses e as suas instituições locais.
Com o objetivo de conhecer melhor e reforçar a ligação às populações e aos seus problemas, o Deputado do PCP, Aníbal Pires, terminou hoje mais uma visita oficial à ilha Graciosa. Das várias opiniões recolhidas resulta claro o aumento das dificuldades da população, agravadas pelo desequilíbrio estrutural do desenvolvimento do arquipélago, que faz com que as assimetrias entre as ilhas de maior e menor dimensão se acentuem dia a dia, com prejuízo não só para os graciosenses, como para todos os açorianos. O desemprego, a recessão, a perda de população, a impossibilidade dos jovens se fixarem na sua ilha, sentidos de forma muito mais aguda nas ilhas mais pequenas, são o resultado direto da redução dos rendimentos e da imposição de cada vez mais sacrifícios e exploração sobre quem trabalha, políticas que é absolutamente imperioso inverter urgentemente.